Renato Nascimento

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O que diz a legislação LEI 10.639/2003 Art. 26-A. Nos estabelecimentos de ensino fundamental e médio, oficiais e particulares, torna-se obrigatório o ensino sobre história e cultura afro-brasileira. § 1o O conteúdo programático a que se refere o caput deste artigo incluirá o estudo da história da África e dos africanos, a luta dos negros no Brasil, a cultura negra brasileira e o negro na formação da sociedade nacional, resgatando a contribuição do povo negro nas áreas social, econômica e política pertinentes à história do Brasil. § 2o Os conteúdos referentes a história e cultura afro-brasileira serão ministrados no âmbito de todo o currículo escolar, em especial nas áreas de educação artística e de literatura e história brasileiras. (BRASIL, 2003) LEI 11.645/2008 Art. 26-A. Nos estabelecimentos de ensino fundamental e de ensino médio, públicos e privados, torna-se obrigatório o estudo da história e das culturas afro-brasileira e indígena. § 1o O conteúdo programático a que se refere este artigo incluirá diversos aspectos da história e da cultura que caracterizam a formação da população brasileira, a partir desses dois grupos étnicos, tais como o estudo da história da África e dos africanos, a luta dos negros e dos povos indígenas no Brasil, a cultura negra e indígena brasileiras e o negro e o índio na formação da sociedade nacional, resgatando as suas contribuições nas áreas social, econômica e política, pertinentes à história do Brasil. § 2o Os conteúdos referentes a história e cultura afro-brasileira e dos povos indígenas brasileiros serão ministrados no âmbito de todo o currículo escolar, em especial nas áreas de educação artística e de literatura e história brasileiras. (BRASIL, 2008) Fonte: BRASIL, 2008

01 - extra
Breve História da Linguística Século I a.C. Idade Média (século V – século XV) Latinos: Tentativa de aplicar a gramática grega à língua latina. Destaca-se Varrão, para quem a gramática é “a arte de escrever e falar corretamente e de compreender os poetas”. Os modistas (gramáticos e filósofos) consideravam que só havia uma estrutura gramatical e que esta era universal. Assim, as regras da gramática independem das línguas em que se realizam. No início do século XX, a Linguística passa a ser reconhecida como ciência. Esse reconhecimento veio com a divulgação das elaborações teóricas a respeito das feitas por Ferdinand de Saussure, professor de Universidade de Genebra. Há um interesse pelas línguas vivas, ocasionado pelo conhecimento de um número maior de línguas. Por meio da comparação entre línguas, evidencia-se que elas se transformam com o tempo, à revelia dos homens. Claude Lancelot e Antoine Arnaud publicam a Gramática de Port-Royal, na qual demonstram que a linguagem se fundamenta na razão. Defendem que os princípios de análise estabelecidos servem a qualquer língua. A Reforma Protestante leva à tradução dos livros sagrados em diversas línguas, considerando o latim como língua universal. Os Descobrimentos propiciam o conhecimento de línguas até então desconhecidas. Século IV a.C. Hindus: Manutenção da pronúncia correta dos textos religiosos, reunidos no Veda. Descrição minuciosa da fonética articulatória. Século XVI Séculos XVII e XVIII Século XIX Século XX

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Sistemas e Subsistemas da Língua Sistema: Conjunto de elementos concretos ou abstratos, organizados entre si. Engloba outros sistemas ou subsistemas, tais como: fonético, fonológico, morfológico, sintático, semânticos etc. SISTEMAS E SUBSISTEMAS ESTRUTURALISMO Línguas como sistemas estruturados Conjunto de possibilidades alternativas em uma língua, com as regras para escolha. A língua considerada em um nível dado: frases, palavras, morfemas, fonemas. ANÁLISE TEXTUAL Fatores de textualidade: coesão, coerência, intertextualidade, intencionalidade, aceitabilidade, intencionalidade, informatividade. ANÁLISE SEMÂNTICA As significações; sinonímia, antonímia, homonímia, paronímia, polissemia; ambiguidades; implicações, inferências; paráfrases. ANÁLISE SINTÁTICA A estrutura dos períodos: os períodos compostos e suas orações; a coordenação e a subordinação. A relação entre as orações no período; o período simples e seus termos essenciais, integrantes e acessórios; estrutura dos sintagmas; as sintaxes de concordância, regência e colocação. ANÁLISE FONÉTICO- FONOLÓGICA Formas presas, livres e dependentes; classes gramaticais e seus paradigmas morfológicos; morfemas flexionais e derivacionais; estrutura morfológica das palavras; as palavras e suas formações; neologismos. ANÁLISE MORFOLÓGICA Os sons da língua: traços segmentais e suprassegmentais; pares mínimos; alofonias. A representação gráfica dos fonemas. ANÁLISE ESTILÍSTICA O inventário das potencialidades estilísticas da língua. Os efeitos do estilo, os desvios da norma. As figuras. NÍVEIS DE ANÁLISE SISTEMA SUBSISTEMAS Fonte: FIORIN, 2002. SAUSSURE, 1972. TRASK, R. L., 2008.

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Evolução Histórica das Crises do Capitalismo Comercial Fonte: Custodio (2014). O capitalismo está presente na história há, pelo menos, 500 anos e, ao longo de todos esses anos, diferentes fases se constituíram. Desde o seu surgimento, o sistema capitalista vem sofrendo crises que afetam a sua progressão na sociedade. O capitalismo comercial surgiu no início da Idade Moderna, contribuindo para a formação da burguesia, o desenvolvimento da vida urbana, o incremento da produtividade agrícola e artesanal, a intensificação do comércio e o despontar de um sistema financeiro. Esse período foi marcado pelo mercantilismo; procurava-se o enriquecimento a partir da acumulação dos metais preciosos. O segundo fator desorganizou de tal maneira a sociedade europeia que tornou necessária a intervenção do Estado, recém-nascido, para superar as dificuldades. Industrial O capitalismo industrial é uma nova fase desse sistema econômico, que surge em meio a um processo de revoluções políticas e tecnológicas, na segunda metade do século XVIII. O capitalismo industrial teve início com a troca do trabalho manual pelo trabalho mecânico nas indústrias. Um grande símbolo desse período foi a máquina movida a vapor, que era gerado a partir da combustão do carvão. A industrialização passou a se expandir, as indústrias se multiplicaram e a demanda por mais trabalhadores acabou gerando uma divisão de classes entre o patrão e o proletário (operários). Com o aumento dessa segunda classe, surgiu o sindicalismo. Nesse mesmo período, a ação imperialista da Europa e dos Estados Unidos começou a se desenvolver. Com essa nova fase, foi superado o capitalismo comercial. Financeiro O capitalismo financeiro é um sistema econômico, subtipo do capitalismo, que surgiu no começo do século XX e apresenta como característica principal a subordinação dos meios de produção para a acumulação de dinheiro e obtenção de lucros por meio do mercado financeiro (ações, produtos financeiros, títulos, derivativos e mercado de câmbio). O capitalismo financeiro está presente na economia mundial até os dias de hoje. Informacional O capitalismo informacional surgiu na década de 1950, com o avanço da globalização econômica. Porém, ganhou grande impulso no final do século XX, com o avanço da Tecnologia da Informação e, principalmente, com o aumento das transações comerciais via internet. Com as transformações que ocorreram nesse período, o capitalismo passou a ser dividido em fases. Os estudiosos afirmam existir três fases: o capitalismo comercial, o industrial e o financeiro; há, ainda, alguns que afirmam que existe uma quarta fase: o capitalismo informacional. A seguir, será possível verificar alguns exemplos.

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1. No momento ainda não vi uma imagem interessante mas pode ser algo em duas colunas em que a primeira representa o contexto macropolítica (Estado) (dois primeiros tópicos) e o segundo micropolítica (atores da escola) com os três últimos tópicos Estado Micropolítica Fonte: Adaptado de Pacheco (2008, p.18). Atores da escola Momento da construção dos discursos políticos ao nível dos principais grupos de pressão, dos organismos e dos contextos locais. Engloba a produção de diversos textos - normativos, documentos, pareceres, discursos oficiais, intervenção da mídia que, forçosamente, é contraditória e incoerente, na medida em que representa diversas opiniões e alianças. Inclui o terreno da intervenção dos práticos, razão pela qual muitos dos textos curriculares são rejeitados, ignorados e distorcidos sempre que não correspondam às experiências, dos valores, aos propósitos e aos interesses dos professores, aos alunos e demais atores. Diz respeito aos efeitos das políticas tanto nas estruturas e práticas quanto no impacto dessas mudanças nos padrões de igualdade liberdade e justiça social. Engloba as estratégias sociais e políticas, de modo a contribuir para a resolução/atenuação das desigualdades, que no fundo, são a base da investigação social crítica. Contexto da prática Contexto dos resultados Contexto da estretágia política Contexto de produção do texto político Contexto da influência Estrutura emergente das políticas curriculares Macropolítica Teoria

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Características das morais da Cidade dos Homens e da Cidade de Deus Cidade dos Homens Cidade de Deus A natureza (decaída) tem como fim apenas a si própria. A natureza não quer ser mortificada, nem vencida, nem submetida, nem quer se submeter. A natureza trabalha em prol de seu interesse, calcula o ganho que pode auferir de outrem (exploração do homem pelo homem). A natureza é amiga das honrarias (sobretudo quando se acompanham de agrados). A natureza é amiga da ociosidade (um dos mais fecundos princípios da imoralidade). A natureza cobiça os bens temporais (como se a felicidade estivesse naquela posse). A natureza é avara e gosta mais de receber do que dar. A natureza inclina-se às criaturas, à carne, à vaidade, à distração. A natureza tudo faz pelo ganho e interesse próprio (é o reino do egoísmo). A natureza sorri aos poderosos e enaltece os ricos (com intenção de atrair para si uma espécie de sombra, um reflexo do poder e das riquezas alheias). A natureza reduz tudo a si própria (clama por igualdade, para pôr tudo sob seu domínio). A natureza gosta de exterioridades e de que os sentidos provêm por meio da experiência uma multidão de coisas (nisso, assemelha-se a Eva, que se deleitou na visão, no tato e no paladar). A graça (é a verdadeira natureza, restaurada pela graça do Salvador), opera por virtude de Deus, em Quem repousa seu fim. A graça suporta a mortificação, resiste à sensualidade, não afeta deleitar-se na própria liberdade. A graça não busca a utilidade nem a vantagem própria, mas, sim, o que pode ser útil a outrem (devotamento ao próximo). A graça sempre se presta à honra e à glória de Deus. A graça sai em busca do trabalho (o trabalho realizado conforme a Deus é essencialmente moralizador). A graça aspira aos bens eternos, não se apega aos temporais; possui seu tesouro no Céu, onde não há corrupção (daí sermos generosos com os pobres). A graça é desinteressada, contenta-se com pouco e julga ser maior felicidade dar a receber. A graça conduz a Deus, à virtude, expulsa os desejos da carne, reprime nossos ímpetos. A graça não busca vantagens temporais, e só pede a Deus por recompensa (princípio da devoção e do desinteresse). A graça é mais instante ao pobre que ao rico, e agrada-se mais do inocente que do poderoso (inclinando-se aos mais fracos, ela dá-lhes apoio, e recebe deles protestos de estima a Deus). A graça reduz tudo a Deus, princípio de todas as coisas (eis a ordem verdadeira, fora da qual não há liberdade). A graça não cuida do que é novidade ou curiosidade: ela sabe que tudo isso é efeito da corrupção antiga (da natureza, da qual fomos remidos e libertos por Nosso Senhor Jesus Cristo). 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 Fonte: Permanência. Cidade dos Homens Cidade de Deus

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ENTRADAS PROCESSOS SAÍDAS Tecido cru engomado, enzimas, tensoativo, vapor (energia térmica), água Desengomagem Tecido desengomado; Tecido desengomado, detergente, água Desengomagem Tecido desengomado lavado; Tecido desengomado lavado, soda cáustica, tensoativo, vapor, água “Cozinhamento” Tecido “cozinhado”; Tecido “cozinhado”, detergente, água Alvejamento Tecido “cozinhado” lavado; Tecido “cozinhado” lavado, alvejante, tensoativo, vapor, água 2ª lavagem Tecido alvejado; Tecido alvejado, detergente, água 3ª lavagem Tecido alvejado lavado; Tecido alvejado lavado, corante, tensoativo, auxiliares químicos, água, vapor Tingimento Tecido tinto; Tecido tinto, detergente, água, vapor 4ª lavagem Tecido tinto lavado; Tecido tinto lavado, água Lavagem final Tecido tinto úmido; Tecido tinto úmido, energia elétrica Centrifugação Tecido tinto centrifugado; Fonte: Do autor. Aspectos ambientais do processo de beneficiamento de tecidos de algodão Produtos (tecido) Subprodutos (efluentes contaminados) Matérias-primas e insumos Nome da etapa Efluente aquecido: resíduos de goma, fibras celulósicas, tensoativo Efluente: resíduos de goma, fibras, detergente Efluente aquecido: resíduos de soda, fibras, tensoativo Efluente: resíduos de soda, fibras, detergente Efluente aquecido: resíduos de cloro ou peróxido de hidrogênio, fibras, tensoativo Efluente: resíduos de cloro ou peróxido de hidrogênio, detergente Efluente aquecido: resíduos de corante, tensoativo, auxiliares Efluente aquecido: resíduos de corante, detergente Efluente: resíduos de corante, detergente Efluente: água e resíduos de fibras

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Atos sindicais e principais reivindicações dos trabalhadores Fonte: Mattos (2003, p.43) Novembro - Criação do Ministério do Trabalho; Indústria e Comércio. Março - Decreto nº 19.770 institui o sindicato oficial. Trabalhadores participam das mobilizações da Aliança Nacional Libertadora e muitas greves são realizadas, como a dos bancários, paralisando Rio de Janeiro e São Paulo, repercutindo nacionalmente. Maio - Decreto nº 22.162 institui o salário-mínimo. Criação do imposto sindical. Instituída a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Abril - Fundação do Movimento Unificador dos Trabalhadores (MUT). Janeiro - Governo Dutra se inicia em meio a uma onda de paralisações, como a greve nacional dos bancários. Março - Decreto-Lei nº 9.070 regula, de forma restritiva, o direito de greve. Legislação do “arrocho”: reajustes salariais limitados à média da inflação anterior; fim da estabilidade por tempo de serviço (trocada pelo FGTS); fim dos Institutos de Aposentadoria e Pensões (substituídos pelo INPS). Abril - Greve dos metalúrgicos de Contagem (MG). Agosto - Greve dos metalúrgicos de Osasco (SP). Greve na Fábrica da Scania de São Bernardo do Campo se estende a toda a categoria metalúrgica na região e inicia um novo ciclo de greves em todo o país. Conferência das Classes Trabalhadoras (Conclat) cria a Comissão Nacional Pró-CUT. de junho - Primeira greve geral no Brasil após o golpe militar de 1964. Agosto - Congresso das Classes Trabalhadoras funda a Central Única dos Trabalhadores (CUT). Sindicatos participam da campanha das “Diretas Já!”. 12 de dezembro - Greve geral organizada pela CUT e CGT contra o descongelamento de preços anunciado dias antes. Setembro - Criação da Confederação dos Trabalhadores do Brasil (CTB), logo declarada ilegal pelo governo Dutra. Promulgada a nova Constituição, que mantinha a CLT em seus aspectos trabalhistas e sindicais e definia que o direito de greve, embora assegurado, seria regulado em lei, garantindo a vigência do Decreto nº 9.070. Governo Dutra promove intervenções em centenas de entidades sindicais. Greve dos 300 Mil, em São Paulo. Formação do Pacto de Unidade Intersindical (PUI), como resultado da greve. Novembro - Greve da Paridade paralisa os trabalhadores em transportes. Formação do Pacto de Unidade e Ação (PUA), como resultado da greve. Agosto - Greve da Legalidade, pela posse do vice-presidente João Goulart. Julho - Greve por um gabinete nacionalista. Agosto - IV Encontro Sindical Nacional cria o Comando Geral dos Trabalhadores do Brasil (CGT). Governo militar promove a intervenção em 433 entidades sindicais. 20 de agosto - Nova greve geral convocada pela CUT e CGT. Nova Constituição cria novos direitos trabalhistas, extingue o poder de intervenção do Ministério do Trabalho sobre os sindicatos, acaba com o estatuto-padrão e libera a organização sindical do funcionalismo, mantendo os demais elementos da estrutura sindical. 14 e 15 março - Greve geral pela reposição das perdas dos planos econômicos. 15 e 17 de dezembro - Primeiras eleições diretas para a Presidência da República desde 1960. Lula, o líder das greves do ABC 10 anos antes, pela legenda do PT e embalado em ampla campanha popular, disputa o segundo turno com Fernando Collor de Mello, mas é derrotado. 17 de outubro - Lula é eleito presidente da República. 1930 1931 1935 1940 1941 1943 1945 1946 1947 1953 1960 1961 1962 1964 1966 a 1968 1978 1968 1981 1983 1984 1986 1987 1988 1989 2002

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MODELO MPLS • Nuvem privativa • Controle sobre QoS com Engenharia de Tráfego • Baixa latência Fonte: Adaptado de Blackfoot. http://www.blackfoot.com/wp-content/themes/blackfoot/dk/mpls-infographic.png MPLS Os Benefícios da Rede MPLS no Contexto Atual O MPLS é uma tecnologia já consolidada nos backbones IP das operadoras de telecomunicações de todo mundo. A rede MPLS é uma tecnologia que agrega as vantagens da segurança e o desempenho em redes tradicionais, além da capacidade de suportar tráfegos de voz e multimídia por meio do uso de técnicas de QoS com reserva de banda. Por que MPLS? • Considerado de baixa Latência • Gerenciamento de ponta a ponta • Ideal para sites com localização geográfica dispersa. Benefícios da rede MPLS: ● Conexão ilimitada por uma nuvem privada de qualquer local; ● O circuito é gerenciado de ponta a ponta; ● Consistentemente em baixa latência; ● Controle de Qualidade de Serviço (sem acesso a dados pela internet pública); ● Redundância de rede Last-mile com segurança reforçada. MODELO DE INTERNET VPN • Falta de segurança • QoS com limitações • Alta latência. No modelo MPLS, todos os nós têm acesso direto à rede, em vez de passar por uma site central. Vários recursos podem ser entregues a partir de vários locais simultaneamente. No hub de VPN da internet tradicional, todos os recursos são localizado em um só lado do nó. Sendo assim, essencialmente necessita-se usar 2 vezes a largura de banda para empurrar e puxar os recursos por toda a rede. Internet MPLS provê maior gerência, desempenho, disponibilidade, segurança e escalabilidade.

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VPN é uma rede privada que usa uma rede pública (geralmente o Internet) para conectar junto locais remotos ou usuários. Em vez de usar um circuito dedicado, a conexão do mundo real, tal como a linha alugada, uma VPN usa as conexões “virtuais” distribuídas através do Internet da rede privada do usuário/cliente ao local remoto. Fonte: Adaptado de https://thumbnails-visually.netdna-ssl.com/find-the-best-computer-network-support-at-fort-collins_5627b7a18fc82_w1500.png. A Ethernet (também conhecida como norma IEEE 802.3) é um padrão de transmissão de dados para rede local baseada no seguinte princípio: todas as máquinas da rede Ethernet estão conectadas a uma mesma linha de comunicação, constituída por cabos cilíndricos, mas com a necessidade de aumentos de largura de banda novas tecnologias foram propostas. Principais tipos de rede existentes Personal Area Network, é uma rede (conectada por fios ou wireless) com tecnologia para interligar aparelhos em uma área pessoal, com um alcance de até 10 metros. O objetivo principal é proporcionar a comunicação entre um notebook e os outros dispositivos do usuário de curto alcance. Também designadas de redes locais, são o tipo de redes mais comuns uma vez que permitem interligar computadores, servidores e outros equipamentos de rede, numa área geográfica limitada. Metropolitan Area Networks, permitem a interligação de redes e equipamentos numa área metropolitana (ex. locais situados em diversos pontos de uma cidade). Wide Area Networks, permitem a interligação de redes locais, metropolitanas e equipamentos de rede, numa grande área geográfica (ex. país, continente, etc). Storage Area Networks, também designadas de redes de armazenamento, têm como objectivo a interligação entre vários computadores e dispositivos de storage (armazenamento) numa área limitada. Considerando que é fundamental que estas redes têm grandes débitos (rápido acesso à informação), utilizam tecnologias como por exemplo Fiber Channel. PAN LAN MAN WAN SAN VPN

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SOTERIOLOGIA Graça Comum: A graça de Deus através da qual ele dá às pessoas bênçãos inumeráveis que não fazem parte da salvação. Chama-se comum porque é comum a todos, e não restrita aos crentes e aos eleitos. ECLESIOLOGIA ESCATOLOGIA As marcas da igreja, suas características que a distingue do mundo: “Onde quer que vejamos a Palavra de Deus tanto ser pregada com pureza e sendo ouvida, e os sacramentos sendo ministrados conforme a ordem de Cristo, não podemos duvidar de que a igreja exista.” (apud MCGRATH, 2005 p.551) Considerações sobre o retorno de Cristo: Dentre os muitos questionamentos sobre o Retorno de Cristo, várias são as perguntas que se fazem no contexto da teologia Sistemática acerca desse assunto, tais como: Será esse retorno visível? Quando ocorrerá? O que acontecerá para preparar esse retorno? Esfera física; Esfera intelectual; Esfera moral; Esfera da criatividade; Esfera das relações sociais; Esfera religiosa; A graça comum e a graça especial se influenciam mutuamente; A graça comum não salva pessoas Os Ministérios da igreja: Ministério de Deus: Adoração; Ministério para os crentes: Nutrição; Ministério para o Mundo: Evangelismo e misericórdia Fé Salvadora: A verdadeira fé salvadora é composta de aprovação, conhecimento e confiança pessoal. Considerações de Wayne Grudem sobre o Inferno: É possível definir o inferno da seguinte forma: o inferno é um lugar de punição eterna para os ímpios. Apenas o conhecimento não é suficiente. O conhecimento e a aprovação são insuficientes; Devo decidir e confiar em Jesus para ser salvo; A fé deve aumentar em conjunto com o aumento de nosso conhecimento. Fonte: Do autor. Tópicos especiais em Haverá um retorno repentino, pessoal, visível e corporal de Cristo? Devemos esperar pela volta de Cristo? Quando Cristo voltará? Todos os evangélicos concordam com os resultados finais do retorno de Cristo? Há um desacordo sobre os detalhes dos acontecimentos futuros? Cristo poderia voltar a qualquer momento? 4 3 2
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Fundamentos Bíblicos da Escatologia 4 bases racionais segundo Augustus Hopkins Strong Conforme Strong, a alma seria um elemento simples, não composto. A morte da matéria seria a separação das partes, mas sem haver partes a serem separadas na alma. A dissolução do corpo, desse modo, não operaria, necessariamente, uma dissolução da alma. Como o homem pode dirigir a sua consciência própria e sua autodeterminação para os fins imortais, nós temos o direito de crer que tal consciência própria e autodeterminação são imortais. Isso nos leva ao argumento seguinte (STRONG, 2003). O ser humano é um ser intelectual, moral e religioso, portanto, não atinge o fim da sua existência na Terra. Pelo fato de seu desenvolvimento aqui ser imperfeito e a sabedoria divina impedir que sua obra-prima permanecesse incompleta, deve haver uma existência além que possibilite o pleno desenvolvimento dos poderes da humanidade e satisfação das suas aspirações. O ser humano foi criado diferente do irracional, com uma capacidade infinita para o progresso moral; é necessário haver uma existência imortal, na qual essa capacidade se exercerá. Contudo, o ímpio não tem direito a esse tipo de futuro. Esse é o argumento a partir do amor de Deus e sabedoria em relação à imortalidade do justo. Não há punição adequada para as más obras do ser humano neste mundo. O senso de justiça que possuímos nos impele a crer que haverá um preço a ser pago pela incontinência moral na vida futura. A simples extinção do ser não seria a uma pena condizente graus de culpa, nem tão pouco suficiente. Logo, esse é um argumento que se funda na justiça de Deus para a imortalidade do ímpio em conjunto com o amor de Deus para a imortalidade dos justos. A consciência culpada invoca um estado de punição imperativo após a morte. A crença popular, em qualquer época ou cultura, mostra que, é natural na mente humana, a ideia da imortalidade. Não é suficiente dizer que isso indica somente o desejo de uma existência terrena contínua para a preservação de si mesmo; milhares têm a expectativa de uma vida além da morte sem desejá-la, e milhares desejam uma vida no céu, sem cuidar da terra. Esse relato da natureza do homem em relação à imortalidade pode ser considerado o relato do Deus que fez a natureza. Fonte: Do autor. Metafísico Teleológico Ético Histórico

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awareness month What is celiac disease? Celiac disease is an autoimmune disorder that cause damage in the small intestine due to gluten consumption. There is a genetic factor and some people are genetically predisposed to have celiac disease. About 95% of the people with celiac disease have either the variant HLA-DQ2 allele or (less commonly) the HLA-DQ8 allele. The immune response to gluten causes damages in the small intestine.These attacks cause damage on the villi, that promote nutrient absorption. What is the symptoms of celiac disease? Diarrhea Chronic fatigue Headaches Anemia Vomiting Allele Mutation What is gluten? gluten is the common name of two proteins: gliadin and glutein. They are found in wheat, barley and ryel (and in their derivates). May: Celiac disease
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Encargos sociais referentes aos empregados no Brasil Fonte: Adaptado de Decreto-Lei nº 5.452, de 1º de maio de 1943. BRASIL. Decreto-Lei nº 5.452, de 1º de maio de 1943. Aprova a Consolidação das Leis do Trabalho. Disponível em: www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del5452.htm. Acesso em: 25 abr. 2018. Vale-transporte: O valor total menos os 6% pagos pelo empregado sobre o salário-base do empregado. Vale-alimentação: Não é obrigatório, mas ajuda a suprir parte das necessidades básicas do empregado. INSS: Em relação ao encargo patronal, são 20% sobre o total das remunerações pagas. Vale-refeição: Benefício pago aos empregados para que se alimentem no período de trabalho em restaurantes e lanchonetes. Descanso semanal remunerado (DSR): É um direito garantido pela Lei 605/49 e pela Constituição Federal em seu art. 7º, inciso XV, ao empregado que não faltar durante a semana sem motivo justificado. FGTS: 8% da remuneração paga ou devida no mês anterior. Férias: Valor correspondente a seu salário mais 1/3 do total do seu salário. Sistema S: É a contribuição destinada às instituições de interesse de categorias profissionais, como SESC/SENAC, SESI/SENAI, Sebrae, Incra. Feriado: Os feriados podem trazer prejuízos às organizações que pagam por aquele dia em que o empregado fica em casa. Adicional noturno: O trabalho urbano deve ser pago com acréscimo de 20% sobre o valor da hora de trabalho diurno. Salário-educação: É um encargo social previsto no 212º artigo da Constituição Federal para o financiamento do Ensino Fundamental público. Seguro de vida: Não é obrigatório, mas a empresa poderá ter mais segurança em relação a acidentes de trabalho. 13º salário: Ou gratificação natalina. Corresponde a 1/12 da remuneração a que o empregado fizer jus no mês de dezembro, por mês de exercício no respectivo ano. Assistência médica: É opcional oferecer planos de saúde, mas, com o caos na saúde pública, este tem sido quase uma obrigação das empresas. Adicional de insalubridade: Adicional relacionado à natureza e ao tempo de exposição de agentes nocivos à saúde. Pode variar de 10% a 30%. Adicional de periculosidade: É um valor devido ao empregado exposto à atividades que ofereçam perigo à saúde. Seu percentual é de 30%.
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Interpolação Dados tabelados em intervalos discretos: Em alguns casos, os dados disponíveis em tabelas não contêm valores nas condições em que trabalhamos. Assim, precisamos da interpolação. Métodos numéricos: Existem dois métodos comuns para interpolar: o método de Newton, para os casos de dados com tendência linear, e a interpolação por splines e por partes, para o caso de dados com tendência não linear. Linguagens de programação: Esses métodos podem ser implementados em alguma linguagem computacional, como o Octave, MATLAB, Python, C/C++ etc. Início: Verificar a linearidade dos dados. Caso os dados apresentem tendência linear, o método de Newton pode ser usado. Matriz problema: A partir dos intervalos dos dados e dos valores de variáveis dependentes, constrói-se a matriz problema. Início: Verificar a linearidade dos dados. Caso apresentem tendência não linear, pode-se usar o método de interpolação por splines. Final: A solução da matriz para determinação dos coeficientes pode ser executada por eliminação Gaussiana. Final: O dado requerido pode ser obtido facilmente substituindo-se os dados disponíveis na equação linear de Newton. Fonte: Do autor. Métodos computacionais para a solução de sistemas não lineares. Análise: Método simples que produz resultados satisfatórios somente para os casos de dados com tendência linear. Análise: O método é eficiente para dados com tendência não linear. Método de interpolação por splines e por partes: Método eficaz que separa os dados em intervalos, ajustando-os com uma curva suave que passa por todos os pontos. Método de Newton: Método simples que pode interpolar através de uma equação linear.
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Fonte: Martinelli, Nielsen e Martins (2010, p.149). Cronologia da palavra Ética Ferreira (1986): Estudo dos juízos de apreciação referentes à conduta humana, suscetível de qualificação do ponto de vista do bem e do mal, seja com relação a determinada sociedade, seja de modo absoluto. Daft (1991): Código de princípios e valores morais que governam o comportamento de uma pessoa ou grupo, no tocante ao que é certo ou errado. Wyley (1997): Obrigação moral, responsabilidade e justiça social que refletem a natureza ou o caráter do indivíduo e das empresas. Reale (1999): Ciência normativa dos comportamentos humanos. Marcílio e Ramos (1999): Arte que torna bom aquilo que é feito (operatum) e quem o faz (operantem). Vázquez (2001): Teoria ou ciência do comportamento moral dos homens em sociedade. Valls (2001): Um estudo ou uma reflexão, científica ou filosófica, e, eventualmente, até teológica, sobre os costumes ou sobre as ações humanas. Arruda, Whitaker e Ramos (2001): Parte da filosofia que estuda a moralidade dos atos humanos como livres e ordenados. Ferrel, Fraedrich e Ferrel (2001): Problema, situação ou oportunidade que exige que um indivíduo decida entre vários cursos de ação. Moreira (2002): Disciplina integrante da ciência da filosofia e do conjunto de regras. Como parte da filosofia, a ética é o estudo das avaliações do ser humano com relação às suas condutas ou às condutas dos outros. Andrade, Alyrio e Boas (2006): Costume, comportamento e caráter. É um rol dos conceitos aplicáveis às ações humanas que fazem delas atitudes compatíveis com a concepção geral do bem e da moral. Andrade, Alyrio e Macedo (2007): Ciência dos costumes ou dos atos humanos. Seu objetivo é a moralidade, entendendo-se por moralidade a caracterização desses mesmos atos como bem ou mal. O dever, em geral, é objeto da ética. Maximiano (1974): Disciplina ou campo do conhecimento que trata da definição e da avaliação de pessoas e organizações, dispondo sobre o comportamento adequado e os meios de implementá-lo. Thompson (2008): Manifestação de normas culturais, contextuais e interpessoais que tornam inaceitáveis certas estratégias e comportamentos.

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Sistemas não lineares Sistemas de equações não lineares: Os sistemas de equações não lineares representam processos reais complexos. Métodos numéricos: Existem dois métodos comuns para determinar a solução de sistemas de equações não lineares: Linguagens de programação: Estes métodos podem ser implementados em alguma linguagem computacional, como o Octave, MATLAB, Python, C/C++ etc. Início: Formula-se a equação para cada variável e definem-se os valores iniciais dessas variáveis. Iterações: Os novos valores são calculados e o erro iterativo também é calculado. Iterações: Os novos valores de variáveis do sistema são calculados, bem como o erro e a nova matriz Jacobina. Início: Definem-se os valores iniciais de todas as variáveis do sistema de equações, bem como o funcionamento da matriz Jacobiana. Critério de parada: O erro iterativo é comparado à tolerância. Caso seja falso, o cálculo deve retornar à etapa A2. Critério de parada: O erro iterativo é comparado à tolerância. Caso seja falso, o cálculo deve retornar à etapa B2. Final: Se o erro iterativo é menor ou igual à tolerância, os cálculos são encerrados. Final: Se o erro iterativo é menor ou igual à tolerância, os cálculos são encerrados. Fonte: Do autor. Métodos computacionais para a solução de sistemas não lineares. Análise: Embora simples, o método converge para vários sistemas de equações. Análise: O método é eficiente para sistemas com funções não lineares mais simples. Método de Newton-Raphson para sistemas não lineares: Método popular para a determinação dos zeros de funções, porém, adaptado para a solução de sistemas não lineares. Método de substituição sucessiva: Um método simples, entretanto, não atinge convergência, dependendo do arranjo inicial das equações.
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